Eventos em 02/04/2008

01/04/2008

02/04/2008, São Paulo – A Galeria Baró Cruz inaugura em hoje, a partir das 18hs, a exposição PISO, de Rejane Cantoni e Leonardo Crscenti

O PISO é uma interface composta de uma chapa de aço inox, de um simulador mecânico de ondas, de um sistema de sensoriamento elétrico e de perfis de alumínio.A pisada de um interator em uma das extremidades do PISO, produz o acionamento do simulador mecânico de ondas, i.é, produz o deslocamento de uma onda na direção equivalente a ação. Piso é uma interface interativa desenhada para transferir dados de força e de movimento na relação humano-humano e na relação humano-espaço tempo.

Rejane Cantoni [www.rejanecantoni.com]

É artista e pesquisadora de sistemas de informação. Doutora e Mestre pelo Programa de Comunicação e Semiótica da PUC-SP; Mestre em Visualização e Comunicação Infográficas pelo Programa de Études Supérieures des Systèmes d’Information da Universidade de Genebra, Suíça; e Pós-doutoranda do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Universidade de São Paulo (FAPESP). Sua pesquisa focaliza a engenharia dos sistemas de realidade virtual, instalações interativas com dispositivos de aquisição e manipulação de dados em ambientes sensorizados e automação. Foi vice-diretora da Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia da PUC-SP.

Leonardo Crescenti [www.crescenti.com.br]

É fotógrafo, diretor de fotografia e arquiteto pela FAU/USP (1978). Como diretor, realizou 13 Curta Metragens obtendo um total de 21 premiações nacionais e 14 internacionais; 28 participações hors-concours em diversos festivais nacionais e internacionais, inclusive 3 participações na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes.

PISO
Quando: abertura dia 02 de abril às 18h
Visitação: de 03 a 25 de abril de 2008 (de segunda a sexta, das 11 às 19h, e sábado, das 12 às 17h)
Onde: Galeria Baró Cruz

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01/04/2008

02/04/2008, Rio Grande do Sul – Brincando nas Pinacotecas

Durante quatro quartas-feiras do mês de abril, a partir de hoje, o MARGS oferece uma visita guiada diferente para crianças a partir dos cinco anos…(leia mais)

O escultor gaúcho Bez Batti vai receber alunos do ensino fundamental e maternal para um passeio por sua mostra em cartaz nas Pinacotecas do Museu. Ao longo da atividade, que terá em torno de uma hora de duração, o artista vai contar histórias de sua infância às margens do Rio Taquari – quando começou a colecionar os seixos que servem de matéria-prima para suas obras – e brincar com as crianças, contando como faz para produzir bólidos, frutos e máscaras a partir das rochas basálticas que coleta no entorno do seu ateliê, em Bento Gonçalves.

Ao final do encontro, o artista vai orientar os pequenos visitantes na criação de desenhos e pinturas inspirados no passeio.

Brincando nas Pinacotecas
Datas programadas: 02, 09, 16 e 23 de abril
Horários: manhãs entre 10h e 12h, tardes entre 14h e 16h
Atenção: Solicita-se que as turmas agendadas tragam folhas de ofício e lápis de cor.
Informações junto ao Núcleo de Extensão Cultural, fone 51 3227 2311 ou e-mail extensao@margs.rs.gov.br.
Entrada franca.

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01/04/2008

02/04/2008, São Paulo – A Sala Cinemateca Petrobras faz retrospectiva de Ody Fraga com a mostra Ody Fraga- O Gênio do Sexo

Cena de

Ody Fraga é constantemente citado como mestre, pioneiro e grande profissional. Intelectual na linha de frente da luta contra o preconceito, defendia a pornochanchada e o filme pornográfico com unhas e dentes, sempre invocando os grande autores da literatura mundial e seus conhecimentos sobre a psicologia humana.

Ody Fraga – O Gênio do Sexo
Período: de 2 a 27 de abril
Local: Sala Cinematrca/Petrobras
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215) / 3512-6101
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Observação: Estudantes do Ensino Fundamental e Médio de Escolas Públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

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01/04/2008

02/04/2008, São Paulo – Maitê Proença lança livro de ficção

A atriz Maitê Proença estréia em abril como autora de ficção.

Segundo a colunista, o livro se chama “Uma Vida Inventada”, e conta a história de uma personagem que não tem nome e que se mistura com a vida da própria escritora.

A obra, que mistura passado e futuro e fantasia e realidade, percorre duas histórias distintas: a da própria escritora e a de uma personagem inventada por ela. Para questionar e confundir o leitor, Maitê procura usar uma narrativa não-linear e mistura algumas das suas histórias pessoais (recheadas de tragédias, amores, paixões, viagens e experiências exóticas) com a ficção.

A obra será lançada em São Paulo hoje (2 de abril), na Livraria da Vila. A editora Agir também vai relançar o primeiro livro de Maitê, “Entre Ossos e a Escrita” -livro editado originalmente em 2005 e que reúne uma série de crônicas escritas pela autora.

02/04/2008, Rio de Janeiro - Cenário para Hitchcock e para o Capitão Nascimento

‘O Rio no cinema’ relembra 80 anos de filmes rodados na cidade.

Em 1898, apenas três anos depois da invenção do cinema pelos irmãos Lumière, já havia câmeras capturando paisagens cariocas. De lá até o mundo cão de Tropa de elite e Cidade de Deus, o Rio consagrou-se como principal cenário do cinema nacional. E também como sinônimo de brasilidade a ser explorado por produções estrangeiras. Essa história – ou ao menos seus pontos mais pitorescos – é o tema do livro O Rio no cinema, que Antonio Rodrigues lança hoje na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, às 20h. Com pinta de coffee-table book, grandão e fartamente ilustrado, o volume mostra como a capital fluminense se transformou aos olhos do cinema: de uma locação exótica e quase surreal para uma cidade mais palpável, mas ainda assim fascinante.

- A imagem do Rio nos filmes é idealizada e marcada por clichês, mas nisso a cidade não é diferente de capitais como Paris, Nova York ou Roma. O cinema funciona baseado em idealizações – define Rodrigues, crítico e pesquisador de cinema carioca radicado na Europa há duas décadas (atualmente é programador da Cinemateca Portuguesa).

Fred e Ginger não voaram.

Idealizada, sim, a cidade era quando uma equipe vinda de Hollywood chegou aqui, para rodar cenas de Voando para o Rio (1933), apontada pelo autor como a primeira produção americana a colocar as belezas cariocas em destaque. Antes, ainda nos anos 20, o Rio chegara a ser citado, mas nunca havia aparecido na tela.

- O elenco, que incluía Fred Astaire e Ginger Rogers, não veio ao Brasil. Mas foram feitas várias filmagens aqui, cenas em Copacabana e no Centro – diz Rodrigues.

O filme abre o primeiro dos três períodos que o autor delimita em seu estudo: o Rio como paisagem. Foi a era de filmes como Interlúdio (1946), de Alfred Hitchcock, uma improvável trama de espionagem passada na cidade que se tornaria um dos mais cultuados trabalhos do mestre do suspense. Assim como em Voando para o Rio, os protagonistas Ingrid Bergman e Cary Grant só “contracenaram” com paisagens filmadas da cidade e usadas em retroprojeções. Já para a aventura O homem do Rio (1964), o galã Jean-Paul Belmondo veio ao Brasil viver aventuras pelo balneário pessoalmente.

- A chanchada também explorou esse lado mais turístico do Rio – aponta o escritor.

Um segundo momento é o que Rodrigues chama de “a cidade normal”, com menos ênfase nas paisagens naturais. É a ascensão de cineastas como Nelson Pereira dos Santos (Rio 40 graus e Rio Zona Norte) e Joaquim Pedro de Andrade (Garrincha, alegria do povo, Macunaíma), que preconizavam um jeito mais, digamos, naturalista de fotografar a capital. Ainda assim, persistia uma boa dose de idealização no retrato feito por filmes como Orfeu negro (1959), do francês Marcel Camus.

- Há favelas em Orfeu, mas são favelas cenográficas, recriadas. Imagine só uma favela no Morro da Urca! – espanta-se o autor.

Influenciado pela nouvelle vague francesa e seus filmes rodados em externas, o Cinema Novo aproveitou bastante as possibilidades oferecidas pelas ruas do Rio.

- Foi a época em que se mostrou a geografia da cidade sem a estética do cartão postal. Filmes como Todas as mulheres do mundo (1966), de Domingos Oliveira, mostram bem essa nova abordagem.

Um terceiro momento, mais contemporâneo, enfoca as contradições da metrópole contemporânea. Como Rodrigues define, é “a evolução da mitologia”, que trouxe tanto imagens idílicas (Bossa nova, 2000) quanto criminalidade e violência (Tropa de elite).

- Há um pouco de exagero dos dois lados. O Rio não é apenas bandidagem e tráfico de drogas. Mas, quando se apresenta um filme como Bossa nova, em que não se vêem pobres nas ruas, é necessário um esforço do espectador para embarcar na proposta do diretor.

Rodrigues, que centrou sua análise em 76 longas brasileiros e estrangeiros, se divertiu contabilizando a recorrência de certos marcos da cidade em filmes variados.

- O Teatro Municipal é um cenário que já nasceu pronto para o cinema, com suas escadarias suntuosas. O Parque Lage aparece em filmes como Terra em transe (1966) e Macunaíma (1969).

E o Palácio Gustavo Capanema, no Centro, foi usado em vários filmes do Cinema Novo – conta o escritor.

Dada a proeminência das paisagens cariocas no nosso cinema (e também em produções estrangeiras), o autor se diz surpreso com o pioneirismo de seu livro:

- É estranho que ninguém tenha feito um trabalho como esse. O Rio é a nossa capital cinematográfica e suas imagens formam um mito que merecia um trabalho de síntese.


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01/04/2008

02/04/2008, São Paulo – Um dos maiores espetáculos infantis está de volta ao Brasil

Divulgação

Na superprodução Pernalonga e seus amigosA Volta ao Mundo em 80 Minutos, o Holiday on Ice volta ao Brasil, com o espetáculo Pernalonga e seus Amigos na Volta ao Mundo em 80 Minutos, baseado no best-seller de Júlio Verne.

No calorão de março, 30 mil litros de água serão utilizados em São Paulo para formar uma pista de patinação no gelo no ginásio do Ibirapuera.

Sobre ela, irão rodopiar e dar saltos acrobáticos dezenas de patinadores do Holiday on Ice, o consagrado espetáculo criado há 65 anos nos Estados Unidos, que retorna ao Brasil 12 anos depois da sua última apresentação no país.

O show foi apresentado em diversas cidades brasileiras ao longo de quatro décadas e visto por cinco milhões de espectadores -ao todo já são 300 milhões, em 620 cidades de 80 países.

Passará por dez capitais: Porto Alegre, de 17 a 20/04, Curitiba, 23 a 27/04, Rio de Janeiro, 30/04 a 04/05, Belo Horizonte, 08 a 11/05, Brasília, 14 a18/05 e Salvador, 21 a 25/05.

O retorno marca a estréia da empresa de entretenimento Imeco, formada por empresários e investidores a fim de concorrer com a Time For Fun (antiga CIE), que trouxe ao Brasil o Cirque du Soleil, Roger Waters e “Fantasma da Ópera”. Segundo os empresários, a volta do Holiday acontece em razão da estabilidade econômica, da desvalorização do dólar e do conseqüente boom do mercado de entretenimento, com a vinda de atrações internacionais. É o cenário oposto ao de meados dos anos 90, quando o show sobre o gelo passou a dar prejuízo no Brasil.

A Imeco tem como mentores Fernando Elimelek, da empresa de entretenimento Playcorp, que faz o Réveillon da Paulista, o publicitário Hiran Castello Branco e o empresário Carlos Moraes, que conta ser sócio, entre outros negócios, do badalado restaurante Spot (SP).

Segundo Elimelek, o grupo deverá investir cerca de R$ 20 milhões na turnê do Holiday no Brasil -metade de todo o orçamento previsto para 2008.

“Vamos tentar usar leis de incentivo fiscal e contar com patrocinadores para deixar o ingresso mais barato, em torno de R$ 50 para a arquibancada.”

Estão sendo vendidas cotas de patrocínio de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões, e a Imeco usará R$ 7 milhões só na divulgação.

Antes de escolher o Holiday como evento de estréia da empresa, a Imeco fez uma pesquisa para chegar ao nome de um popular evento internacional. “Queríamos um espetáculo de massa. Mais de 90% se lembravam do Holiday e disseram estar dispostos a rever o show e levar os filhos”, diz Elimelek.

No site de relacionamentos Orkut, há a comunidade “Eu Fui ao Holiday on Ice”, com mais de 1.300 membros. Seu criador, o estudante de publicidade Vitor Rebello, 22, assistiu a duas apresentações, uma com excursão da escola e outra com os pais. “Eu me lembro que, na entrada do ginásio do Ibirapuera, tinha aquelas lanterninhas de néon para vender”, conta.

O Holiday, com aqueles patinadores fantasiados fazendo piruetas, costuma mesmo ser inesquecível. Mesmo quem hoje o considera brega tem boas lembranças do espetáculo, que trouxe ondas de pistas de patinação no gelo para amadores.

Na década de 80, Elimelek foi dono de duas delas, uma no shopping Ibirapuera, em São Paulo, e outra no Rio Sul, na capital carioca. A turnê do Holiday, somada à quarta temporada da “Dança no Gelo”, do “Domingão do Faustão” (também prevista para o ano que vem), deve trazer de volta a mania, que já tem muitos fãs no Rio. “Estamos conversando com pessoas interessadas em montar pistas”, conta Elimelek.

Pernalonga e seus amigosA Volta ao Mundo em 80 Minutos
Período: 2 a 13 de abril
Ingressos: de R$ 40,00 a R$ 150,00
Local: Ginásio do Ibirapuera

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