07/07/2008, São Paulo – Pop revisitado
A arte Pop dos anos 60 e a Cultura Pop de hoje.
Expos individuais de: Gerald Laing , John Simpson e Daniel Melim. Mais trabalhos especiais de Mariana Martins, Silvana Mello, Felipe Lopez, Fausto Chermont, Magoo e Presto.
Do que trata essa exposição? Queremos mostrar tudo o que a Pop Art do anos 60 tem a ver com a Cultura Pop atual. Convidamos o emblemático artista Gerald Laing, 73 anos, um dos mais importantes artistas ingleses, ativo integrante da Pop Art britânica e americana à partir dos anos 60, para mostrar sua novíssima série de trabalhos inspirados nas imagens da prisão de Abu Ghraib (Guerra do Iraque). A essa individual de Laing, que vem pela primeira vez ao Brasil, se contrapõe uma coletiva de artistas jovens, escolhidos pela Choque, que pretende mostrar o quanto os ideários da Art Pop dos anos 60 e da Cultura Pop atual têm em comum: . o uso dos ensinamentos (e truques) da publicidade no modo como os artistas lidam com a audiência;. a naturalidade com que os artistas se apropriam de linguagens populares e “artes menores”, como os mangás, o graffiti e a tatuagem (assim como a Pop Art dos 60 fez com os outdoors, as latas de Campbell’s e os comics);. o gosto pelo apuro técnico, a valorização do desenho, da pintura e da escultura ao invés de desenvolvimentos muito teorizados;. e, principalmente: a procura de uma arte mais envolvente, carismática, emocional e magnética.
Pop RevisitadoQuando: de 07/07 a 16/08
Onde: Galeria Choque Cultural (R. João Moura, 997 – São Paulo/SP) Quanto: entrada gratuita
Mais informações: www.choquecultural.com.br / (11) 3061-4051
07/07/2008, São Paulo – Exposição na Oca usa tecnologia para contar história da bossa nova
O prédio da Oca, no parque do Ibirapuera (SP), sedia exposição que ocupa quatro andares do espaço a fim de contar a história da bossa nova, gênero musical que completa 50 anos em 2008.
Com apoio de diversos recursos tecnológicos, a mostra “Bossa na Oca” tem direção do cineasta Carlos Nader e de Marcello Dantas, responsável pela concepção artística do Museu da Língua Portuguesa. “A bossa nova precisava de um recurso audiovisual para ser representada, não queria capas de disco e copos de whisky, mas mostrar a relação entre as pessoas que fizeram o movimento”, explica Dantas.
Subsolo, térreo, primeiro e segundo andares do prédio em São Paulo abrigam fotos, vídeos, músicas, reproduções visuais e materiais de locais relacionados ao gênero — como a praia de Copacabana e o apartamento da cantora Nara Leão –, além de um encontro virtual, com imagens projetadas em 3D, entre Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Stan Getz, tendo Johnny Alf como âncora.
O material em vídeo da exposição conta com 10 curtas-metragens e o documentário “Clarão”, de Carlos Nader.
A mostra traz ainda um espaço sem eco projetado pelo engenheiro acústico José Augusto Nepomuceno, onde os visitantes podem ouvir sons como do estalar das juntas e de batidas do coração. “A idéia da ‘câmara de silêncio’ veio com a frase do Tom Jobim: ‘A música é o silêncio que existe entre as notas’”, explica o diretor da mostra Marcello Dantas.
O evento no parque do Ibirapuera conta também com apresentações de Roberto Carlos com Caetano Veloso em homenagem a Tom Jobim, de João Gilberto e de jovens artistas que celebram João Donato. Saiba onde comprar ingressos para os shows.
Bossa na OcaData: 08/07 a 07/09 Horários: de ter a dom, das 10h às 21h
Local: Pavilhão Engenheiro Lucas Nogueira – OCA (Parque Ibirapuera, Av. Pedro Alvares Cabral, s/n, portão 03, São Paulo – SP)
Quanto: R$ 20 (entrada gratuita às terças-feiras)
Mais informações: (11) 4003-2050

